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Sunday, March 13, 2005
play me a song to set me free I’ll settle down with some old story
About a boy who’s just like me
Thought there was love in everything and everyone
You’re so naive!
They always reach a sorry ending
They always get it in the end
Still it was worth it as I turned the pages solemnly, and then
With a winning smile, the poor boy
With naivety succeeds
At the final moment, I cried
I always cry at endings...
i could kill you sure, but i could only make you cry with these words.
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at 05:42 pm by maps
Friday, May 28, 2004
tu, que tens lábios de silêncio e mãos de bailarina, e que voas como o vento... abraça-me onde a solidão termina.
ensina-me a chegar, sedento de ternura. sara as minhas feridas e põe-me a salvo para além da loucura.
ensina-me a partir, nalguma noite triste... mas antes ensina-me, a não esquecer que o meu amor existe.
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at 02:05 am by maps
tenho um livro de histórias mal contadas.
tenho um livro cheio de ilustrações mal desenhadas, borradas, com côres difusas e misturadas, como uma aguarela cuja tinta não foi suficiente para embeber toda a água...
tenho lágrimas que afogam a ponta de um qualquer pincel, de um qualquer pintor, numa qualquer tela.
tenho um cordel forte, capaz de suster o maior quadro do mundo, a apertar-me o coração.
tenho nós que me apertam a garganta com a mesma força que apertariam as velas de um qualquer barco, num qualquer mar... salgado... como as lágrimas que me secaram.
tenho uma vida feia e mal desenhada pintada num quadro...
na verdade... na verdade não tenho nada.
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at 01:11 am by maps
Tuesday, March 30, 2004
ser, existir, viver, amar, odiar, sobreviver, morrer
"vou ser um choro: vou ser o teu nome: vou ser a tua morte: vou ser a minha morte"
é o amor a pior mentira do mundo. é a verdade que todos somos assim.
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at 10:22 pm by maps
Sunday, February 29, 2004
queimo a semente e enrolo a dor... sorvo até à última gota a podridão do mundo.
acabaste fevereiro, goza o teu último dia.
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at 05:19 am by maps
Thursday, January 29, 2004
perco todos os limites facilmente. sinto todos os pormenores a atingirem-me como balas perdidas de uma qualquer guerra... e tu não vês isso.
não vês que trago comigo um sorriso inocente e estúpido ganho à custa de quase nada e que vai lentamente desaparecendo conforme me puxas para a tua realidade. conforme apagas a luz. não vês. não queres ver.
sempre me deixaste a pairar naquela ténue linha entre o cair e o voar e eu, eu nunca soube sentir-me bem nesse sítio, mas aprendi a planar aí.
vá lá... não faças o vento soprar com mais força.
sim... a nossa história sempre teve muito pó nas entrelinhas...
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at 03:45 pm by maps
Wednesday, January 21, 2004
Your day breaks, your mind aches
You find that all the words of kindness linger on
When she no longer needs you
She wakes up, she makes up
She takes her time and doesn’t feel she has to hurry
She no longer needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You want her, you need her
And yet you don’t believe her when she said her love is dead
You think she needs you
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
You stay home, she goes out
She says that long ago she knew someone but now he’s gone
She doesn’t need him
Your day breaks, your mind aches
There will be time when all the things she said will fill your head
You won’t forget her
And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tears
Cried for no one
A love that should have lasted years!
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at 07:43 pm by maps
Monday, January 19, 2004
Don't cry in front of me
Leave it for the clouds
But you can always embrace me
'Cause the sun isn't enough
To make me warm today
Give me the best of you
I know you have it
I know you can...
We are like nature,
Where all the elements are connected...
To eachother.
(Like we allways should be)
Don't fall down
Leave it for the leaves
You are so much stronger
And I believe in you
I know it
I can feel it
Don't run away
Leave it for the wind
We are so much stronger
And I... I believe in you...
*
obrigado Miguel!
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at 01:13 am by maps
Saturday, January 17, 2004
pudesse eu andar sempre por caminhos nunca antes por mim pisados, guiar a minha rota por um ponto cardeal diferente, fintar os buracos que me aspiram para a queda, estancar a hemorragia da ferida eterna.
mas tropeço sempre no mesmo degrau, caio sempre na mesma escadaria, queimo-me sempre no mesmo fogo, acabo sempre no mesmo «mesmo»... e lentamente vou perdendo o gosto de viver e acabo por ver o mundo cada vez mais a preto e branco.
não. não fui eu que me escolhi. não fui eu...
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at 03:28 pm by maps
Friday, January 16, 2004
o meu amor é aquela canção que eu sei de cor
o meu amor são as saudades que se sentem do mais pequeno pormenor
o meu amor são olhos lindos e um sorriso quase perfeito
o meu amor é tudo aquilo que nos faz incendiar o peito.
o meu amor não são as palavras nem é aquilo que eu sinto
o meu amor és tu.
*
voltei a tocar nos teus lábios. voltei a sentir a tua pele, o teu corpo, o teu calor. voltei a chamar-te de amor baixinho ao ouvido. voltei a ouvir-te chamar o meu nome.
voltei a sentir que tudo isso nos afastará de novo.
mas voltei a sentir. sim. estou vivo e preparo-me para morrer outra vez.
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at 12:42 pm by maps
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. : : : MAPS : : : . o tiro atingiu o pássaro em pleno voo. o chão serviu-lhe de céu.Jorge Roque . : : shoutbox : : .
. : links : .IcaruhGrozeJudithConstantiaStellar eram as estrelas, caminhante, o mapa que não soubeste decifrar mas vais continuar e continuar perdido para sempre.José Luis Peixoto
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