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mas tropeço sempre no mesmo degrau, caio sempre na mesma escadaria, queimo-me sempre no mesmo fogo, acabo sempre no mesmo «mesmo»... e lentamente vou perdendo o gosto de viver e acabo por ver o mundo cada vez mais a preto e branco. não. não fui eu que me escolhi. não fui eu... |
| stella January 18, 2004 07:57 PM PST ... e diz-me!!! Pode alguém ser quem não é? Podes tu voltar atrás e não voltar a pisar as mesmas poças de lama, não tropeçar naquela pedra saliente que já lá existia mesmo antes de nasceres? podemos nós não amar quem sabemos que não nos vai amar? Somos aquilo que fazemos... E deixa-me que te diga que és lindo assim... | ||
| groze January 17, 2004 07:31 PM PST Nunca fomos nós que nos escolhemos... às vezes, confesso-o, infelizmente... outras vezes, há qualquer coisa de bom em não nos termos escolhido... como se viéssemos prontos para ser apagados e reconstruídos... "I wish I died and, then, reborn, rebuilt with a masterplan." | ||
| icaruh January 17, 2004 05:20 PM PST o peso da eterna frase que nos surge como uma nuvem "como era de esperar" e nós, respondendo(nos) "infelizmente, sim.." | ||
| constantina January 17, 2004 03:55 PM PST ... mas eu gosto dos teus tropeções, e das quedas acrobáticas e graciosas das palavras, e do quente do calor da tua pontuação, até mesmo da tua bicolor matizada... não, não fostes tu que te escolhestes, fui eu que escolhi lêr-te :-> | ||
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