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não vês que trago comigo um sorriso inocente e estúpido ganho à custa de quase nada e que vai lentamente desaparecendo conforme me puxas para a tua realidade. conforme apagas a luz. não vês. não queres ver. sempre me deixaste a pairar naquela ténue linha entre o cair e o voar e eu, eu nunca soube sentir-me bem nesse sítio, mas aprendi a planar aí. vá lá... não faças o vento soprar com mais força. sim... a nossa história sempre teve muito pó nas entrelinhas... |
| stella February 1, 2004 12:26 AM PST é tão bom ler-te! é tão assustador ao mesmo tempo... andamos a correr atrás de suspiros... não apagues a luz... tenho medo do que está para vir ainda... | ||
| Ana January 31, 2004 05:41 PM PST Maps..certas dores estão reservadas aos mais sensíveis... mas a outra face da moeda dessa dor é sentir também os pormenores deliciosos como pouca gente. Felicidades para ti:) | ||
| groze January 30, 2004 07:46 PM PST É com prazer que volto a ler-te... voltaste em grande, com um texto belíssimo, cheio de imagens, como quadros pendurados nas paredes de uma casa morta. Gosto da maneira como vês as coisas e não considero difícil identificar-me com estas palavras e com esta dor. Ainda bem que te partilhas com o mundo. | ||
| icaruh January 30, 2004 02:03 AM PST à força de querer voar há quem já tenha caído do céu.. mas não voar é tão mais cruél.. já tinha saudades das tuas palavras. | ||
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